É uma das relíquias mais reverenciadas pelos crentes católicos: uma peça de linho que parece ter impressa a imagem de um homem com marcas e sinais de quem foi crucificado.
Conhecido como Santo Sudário ou o Sudário de Turim - é na catedral do local que a peça fica - muitos acreditam que é a tela que se colocou sobre o corpo de Jesus Cristo quando foi enterrado.
"No começo, era difícil distinguir algo, depois pouco a pouco os ossos se fizeram bastante distinguíveis, como por meio de raio-x, assim como as mãos cruzadas, os ossos articulados, os pulsos destroçados por pregos, um perfil comprido, refinado e angular de um rosto."
Assim foi descrito em 1978, em uma das poucas vezes que foi mostrado ao público.
Data de fabricação
Durante séculos o sudário tem sido foco de um intenso debate: como e onde se imprimiu sobre a tela a imagem de um homem crucificado?

Tatiana Achcar e Maria Fernanda Almeida
Um tecido surrado, estreito e comprido que, entre manchas envelhecidas de sangue e de tecido queimado, forma a figura de um homem barbudo e despido de 1,83 metro de altura. A coroa de espinhos tem forma de capacete, nas costas vêem-se as marcas de 39 chicotadas, os olhos estão cobertos por moedas do Império Romano. Para os fiéis, não há dúvida: é Jesus Cristo, que foi enterrado na mortalha, deixada na tumba quando ele ascendeu ao céu. Para os não-crentes, resta muita polêmica em torno da autenticidade da maior relíquia do catolicismo. Seria o Santo Sudário o símbolo verdadeiro da paixão e ressurreição de Cristo ou uma farsa genial?
Um dos primeiros documentos que mencionam o sudário, a carta enviada pelo bispo francês Pierre dArcis ao papa Urbano VI em 1389, conta que o linho foi pintado a pena. Por quase 500 anos, foi consenso que o sudário não passava de fraude.
Mas será mesmo?
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AQUI, DEIXO ALGUNS DOCUMENTÁRIOS SOBRE O TEMA:

E por último, mas não menos importante, uma SUPER recomendação!
O livro : A IRMANDADE DO SANTO SUDÁRIO
Sério você precisa ler este livro.
Com certeza um dos melhores livros que já li.
Muito bem escrito e com um método muito interessante de trama, unindo passado e futuro tudo numa linha temporal única, ou seja acontecimentos do passado passam a fazer sentido no futuro (presente) da história.
Ah, foi um dos livros que mais li também.
Se você acha Código da Vinci bom, vai achar esse, nem sei, leia e depois me diga!
Certo DR Langdon?